segunda-feira, 11 de março de 2019

Criptomoedas revolucionarão o financiamento coletivo

O financiamento coletivo é uma forma de levar projetos e ideias inovadoras à frente com a contribuição de pessoas com interesses em comum. É um meio muito popular de arrecadar fundos e ultimamente cada vez mais vem sendo utilizado por criadores de conteúdo internet à fora uma vez que meios de monetização que outrora traziam retorno hoje já não são mais lucrativos haja vista a grande competitividade sempre crescente. 

Respeitando a lei de oferta e demanda, à medida que mais pessoas passaram a buscar meios de financiamento coletivo o mercado respondeu com algumas plataformas hoje muito populares e acessíveis e aquilo que era trabalhoso e não tão intuitivo passou a ser muito mais inclusivo. 


A maioria dos serviços de financiamento voluntário mais populares necessitam de algum tipo de transação bancária. Alguns funcionam por cartão de crédito e alguns outros também aceitam transações por boleto bancário, o que é extremamente lento e retrógrado. O que todos esses serviços têm em comum é que são todos centralizados e necessitam de entidades bancárias por trás, o que naturalmente torna o processo muito menos democrático. Segundo pesquisas, o número de adultos brasileiros que não têm conta bancaria ainda é relativamente alto e trata-se de um grande mercado a ser investido. 

Outro grande problema de serviços centralizados em bancos, além de serem muito menos inclusivos, é que dificultam transações em valores baixos. Isso por si só já quebra as pernas de muita gente mas ainda tem as taxas bancárias que tornam de fato impraticável muitos projetos de financiamento. É nesse cenário centralizado e cheio de limitações que a descentralização das criptomoedas tem muito a oferecer.


Ao mesmo tempo que muitos não têm conta bancária, muitos também podem não fazer a mínima ideia do que seria uma criptomoeda. De fato ainda não é algo amplamente conhecido, porém o que essas pessoas com certeza têm pode por si só incluí-las em questões de minutos ao mundo de transações rápidas e sem taxas - um aparelho celular. 

À primeira vista quando nos deparamos com as criptomoedas pensamos logo de início que se trata de algo muito mais difícil de lidar, porém o que muitos não fazem a mínima ideia é que o lugar onde o Bitcoin é mais buscado no mundo é justamente onde há o maior número de pobreza; na Africa. A taxa de africanos que não têm acesso à conta bancária é infinitamente maior em comparação com a do Brasil e basta um celular para dar liberdade a essas pessoas.

Criptomoedas isentas de taxas e instantâneas são a solução para os problemas do financiamento coletivo. Com criptos como a Nano, por exemplo, é possível enviar frações de centavos instantaneamente para a outra ponta se que com isso seja necessário uma entidade central que dificulte a ligação direta com o destinatário.

Imagine lançar uma campanha de financiamento e receber as contribuições diretamente na carteira Nano, sem com isso perder com taxas de bancos e eventuais taxas de funcionamento? Trata-se de algo já possível e que tem tudo para tornar-se mais e mais popular com a adoção cada vez maior das criptomoedas.

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